Introdução

Este trabalho é sobre contrastes climáticos de Portugal. Com este trabalho pretendo para além de ter um bom trabalho, pretendo também aprender e se for o caso voltar a relembrar. Neste trabalho vou colocar para além da introdução, desenvolvimento e conclusão, também vou por anexos em que incluo imagens que retirei da Internet e fotografias editadas e retiradas do livro.


sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Contrastes Climáticos de Portugal

A localização geográfica de Portugal no sul da Europa introduz-lhe um clima temperado mediterrâneo.
Todas as estações meteorológicas apresentam uma diminuição acentuada da pluviosidade nos meses da estação do Verão, ocorrendo, em todo o território, pelo menos dois meses secos. No entanto, é no Sul e no Interior Norte que o período seco é mais longo.
A existência de um período quente, ao mesmo tempo que a estação mais quente, é uma das características do clima temperado mediterrâneo. Assim podemos afirmar que em todo o país se sente as influências do clima mediterrânico.
Porém, as variações térmicas e as quantidades pluviométricas não são idênticas nas diferentes regiões do país.
O Norte Litoral apresenta grande influência oceânica com valores elevados de precipitação e com temperaturas suaves.
O Nordeste está separado da região anterior por um conjunto de serras que dificultam a penetração dos ventos húmidos para o interior. Assim, esta região evidencia algumas características de continentalidade, sendo acentuados os contrastes térmicos entre o Verão e o Inverno.
O Sul é a região onde as características mediterrânicas são mais evidentes – Verões quentes e secos e Invernos suaves e pluviosos.
No Arquipélago dos Açores a influência marítima é muito forte. De uma maneira geral, o Invernos e Verões são suaves, em consequência da localização oceânica.
No arquipélago dos Açores, ocorre o clima oceânico, com temperatura média anual entre os 18°C e 20°C, elevado índice anual de precipitações e pequena amplitude térmica anual, sendo a Ilha do Pico o local em que se regista mais precipitação em Portugal, com valores superiores a 6.350 mm anuais.
O Arquipélago da Madeira demonstra as características típicas das regiões mediterrânicas com um regime térmico nem muito alto nem muito baixo e moderado, em consequência da posição oceânica.
O arquipélago da Madeira também apresenta um clima subtropical, o clima mediterrânico no sul da ilha e o clima oceânico no norte da ilha. Tal clima torna-se semi-árido na Ilha de Porto Santo (385 mm anuais). As Ilhas Selvagens apresentam um clima desértico (com precipitações inferiores a 200 mm). São os locais mais secos de Portugal.

O comportamento térmico e pluviométrico em Portugal
• O interior do país apresenta contrastes térmicos anuais muito acentuados.
• Contrariamente, os locais junto ao litoral são os que apresentam temperaturas mais amenas no Inverno e relativamente frescas no Verão, isto porque o mar, com a sua acção moderadora, impede descidas acentuadas da temperatura no Inverno e grandes subidas no Verão.

De uma maneira geral, a pluviosidade desce para sul e para o interior. Enquanto certas áreas no Litoral Norte atingem valores totais de 3000 mm, no Sul e no Interior, por vezes, não se ultrapassam os 400 mm.
Os valores máximos de precipitação coincidem com as áreas de maior altitude. Por isso, o Sul, por ser uma região mais baixa, regista valores de precipitação muito inferiores aos das regiões do Norte do país.



Clima Temperado Mediterrâneo
Este clima cobre pequenas áreas da superfície terrestre. A maior extensão corresponde às regiões que envolvem o mar Mediterrâneo (Sul da Europa e Norte de África). Lisboa tal como todo o Sul da Europa, têm um clima mediterrâneo.

O Clima Temperado Mediterrâneo caracteriza-se por:
• Temperaturas amenas durante o Inverno;
• Temperaturas elevadas na época do Verão;
• Chuvas concentradas, essencialmente, no Outono e no Inverno;
• Vários meses secos coincidentes com o período de maior calor.
A vegetação mediterrânica
A vegetação normal deste clima é uma floresta de folha persistente, apropriada à secura através de raízes profundas, designada por floresta mediterrânica. As espécies arbóreas mais características desta formação vegetal são a azinheira, o sobreiro (revestido de uma capa de protecção contra a secura – cortiça), o pinheiro manso, o cipreste e o cedro.
Grande parte desta floresta foi destruída pelas actividades humanas, aparecendo em sua substituição uma vegetação arbustiva, por vezes pouco densas, dominada pela presença de plantas espinhosas e aromáticas.
As duas formas mais frequentes resultantes desta transformação são o maquis* e a garrigue*.

Sem comentários:

Enviar um comentário